Congregação da Igreja Batista do Calvário de Sobradinho - Em Planaltina GO

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quinta-feira, 5 de abril de 2012

A CELEBRAÇÃO DA PASCOA PELA FÉ


 HEBREUS 11.28

Prezados irmãos e leitores,
Como em outras religiões, o cristianismo também tem datas importantes que são comemoradas anualmente com muita alegria e que o poder econômico tem utilizado para vender mais e adquirir grandes lucros. São elas: Natal e Páscoa. O natal, é uma data festiva, pois lembra o primeiro advento do Senhor, Seu nascimento virginal em Belém, para cumprir as Escrituras. A Páscoa, embora relembre o sofrimento de Cristo, também nos traz à memória a Sua vitória, pela Ressurreição dentre os mortos, sendo Ele as primícias, garantindo assim a todo o que nEle crê, o direito de ressurgir um dia, quando Ele vier pela segunda vez.
A origem da páscoa, está no capítulo 12 do Êxodo 1-28. Ali Deus instruiu a Moisés e a Arão, sobre o que deveriam fazer, para preservar a vida dos primogênitos de Israel, que estava vivendo sob a opressão do Faraó num regime de escravidão. A Páscoa portanto, significa LIBERTAÇÃO. Para os israelitas, a libertação do regime escravocrata do Egito. Para os cristãos, libertação da morte e do pecado, uma vez que Cristo se fez maldição por nós, entregando-se ao martírio da cruz, para nos libertar de toda e qualquer culpa e do pecado. Relembrar esses acontecimentos, traz alegria ao coração do crente, pois Cristo Jesus, o Cordeiro Pascal, foi morto para nos trazer paz e salvação, libertando-nos de todo jugo de Satanás e do pecado.
Jesus, ao cumprir as Escrituras, dando-se em resgate por todo o que crê, tornou-se tanto o Cordeiro, como a própria Páscoa em si, que, uma vez morto, ressurgiu vitoriosamente, assegurando-nos o direito de morar com Ele no céu, pela nossa ressurreição. Assim como a Páscoa do Antigo Testamento deveria ser celebrada anualmente, a ressurreição do Senhor deve ser comemorada em nossa vida, diáriamente.
Para isso, precisamos viver em santificação de vida, a todo momento. Por isso, Paulo diz aos crentes de Corinto para lançarem fora todo fermento da maldade e da malícia e adorar a Deus e celebrar a Páscoa com um coração cheio de verdade e de sinceridade.
O “cristianismo” originado em Roma, comemora hoje em dia, o sofrimento de Jesus, encenando lindas dramatizações que emocionam os espectadores, porém deixa de relembrar o mais importante, que foi a vitória do Senhor, pela Sua ressurreição. A volta de Jesus à vida, é algo que devemos comemorar a todo instante. Paulo disse: “Se Cristo não ressuscitou, é vá a nossa fé e vã a nossa pregação e somos tidos como falsas testemunhas de Deus....” (1 Co 15.14-15). Continuando, Paulo disse: “Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem” (1 Co 15.20). Sendo Jesus as primícias da ressurreição, a continuidade dela, será nossa.
A CELEBRAÇAO da Páscoa, porém, deve ser por nós lembrada com fé. O texto supra, afirma que Moisés celebrou a primeira Páscoa com fé. Para agradarmos a Deus com as nossas celebrações, precisamos nos valer sempre da fé (Hb 11.6).
Que a nossa Páscoa seja cheia de alegrias em Cristo e não apenas relembrada com doces e chocolates, como propaga o comércio. Comamos e bebamos o Pão da Vida e a Água Viva que é o próprio Jesus. Assim, estaremos revigorados para, com alegria, aguardar a Sua vinda. (Soli Deo Glória) Clóvis.

sexta-feira, 23 de março de 2012

A VINDA DO REINO DE DEUS – Apocalipse 22.20


Prezados irmãos e leitores, O versículo acima diz: “Aquele que dá testemunho destas coisas diz: ‘Sim, venho em breve!’ Amém. Vem, Senhor Jesus!” (NTLH). A vinda de Jesus pela segunda vez é a coisa mais certa que o mundo pôde conhecer. Jesus disse: “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão” (Mt 24.35). Foi o próprio Jesus quem afirmou que voltaria e engana-se redondamente quem entende de forma diferente e vive despreocupadamente, sem levar em conta a veracidade da volta de Jesus. Você crê na volta de Jesus? Se você crê, prepare-se, pois a cada dia que se passa Sua vinda está mais próxima. Caso Ele não venha para cuidar dos acontecimentos finais, Ele virá para buscar individualmente a cada um dos Seus filhos. Você está preparado(a)?Quando oramos a oração que Jesus nos ensinou, dizendo “venha o teu reino”, oramos em diferentes níveis. É óbvio que estamos orando para o retorno de Jesus Cristo à Terra. A palavra que Jesus usou aqui para “reino” não se refere inicialmente a um território geográfico, mas significa “soberania” e “domínio”.Como cristãos, devemos estar ansiosos para o dia em que Cristo voltará à Terra para governar e reinar como Rei dos reis e Senhor dos senhores.Estamos orando também de forma pessoal. Oramos para que seja Seu o reino pessoal de nossas vidas. Para que Ele governe e reine na vida de homens e mulheres, meninos e meninas. Lembre-se que Jesus disse: “O reino de Deus está entre vocês” (Lc 17.21). Ele estava essencialmente dizendo: “Eu estou aqui. Eu estou no meio de vocês. O reino de Deus está aqui” e ele não consiste de palavras mas de Poder (1Co 4.20). Se nós cremos ou deixamos de crer, não altera nada, porque a Palavra de Cristo se cumprirá cabalmente, no momento exato que está marcado no relógio de Deus.Diante do que foi dito pergunta-se: você realmente quer que o Seu reino volte? Que Jesus venha? Você está pronto(a) para dizer, assim como o apóstolo João: “Vem, Senhor Jesus?” Você se alegraria ao saber que Cristo viria esta noite para estabelecer o Seu reino? Ou você preferiria que Ele esperasse um pouquinho mais para poder antes consertar algumas coisas erradas na sua vida? Todo cristão deveria ser capaz de orar com fervor: “Venha o teu reino”!Aos crentes de Roma, Paulo disse: “Porque o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e alegria no Espírito Santo” (Rm 14.17). Paulo estava doutrinando a igreja de Roma sobre comer ou deixar de comer determinados alimentos. O reino de Deus envolve o espírito e, portanto, devemos buscar incessantemente o alimento espiritual, só encontrado em Jesus, que é o “Pão da vida” (Jo 6.35).Neste ano que foi declarado o “Ano da Reestruturação da Família”, temos dado toda a ênfase também à oração. Por isso temos procurado meditar na oração do Senhor, o “Pai nosso”, que é uma oração modelo. Dela podemos extrair todos os assuntos para as nossas orações, tanto de súplicas, como de intercessões, ações de graças e louvor e/ou adoração. De que maneira você tem orado? Tem buscado o Reino de Deus? Quem busca sempre o Reino de Deus, tem mais prazer em dar graças, louvar e adorar, do que suplicar. Que vivamos esperançosos e preparados para a volta do Senhor! Clóvis.

terça-feira, 20 de março de 2012





 Quem nunca pensou em desistir davida cristã?
 É possível que em muitos momentos de nossafrágil caminhada cristã nossa mente tenha sido assaltada pela vontade de deixartudo para trás e  abandonaro que construímos e cremos. Impulsos promovidos pelo pecado e pela teimosahumanidade que invade os pensamentos e os dias de homens e mulheres sujeitos aodesânimo e a apatia.

 Sabedor desta condição humana é que Jesusfala aos seus discípulos. Sua palavra é fortalecedora. Sem rodeios e comtamanha objetividade, Ele nos convida à perseverança. Somente na permanênciahaverá salvação. Sem retrocessos ou constantes recaídas, somos incentivadospelo Espírito a permanecer, quando muitos já desistiram; a acreditar, quandotantos entregaram os pontos e ficaram no meio do caminho.

É evidente que o Senhor Jesus enfrentou diversos etremendos obstáculos. Desde o seu nascimento até a sua morte, Ele não desistiu.Antes, foi obediente ao Pai e, impulsionado pela oração, conseguiu cumprir osobjetivos que lhe foram propostos pelos céus.

Se o seu coração está impregnado de razões paradesistir, gostaria de incentivá-lo a olhar para Jesus. Ele é o autor econsumador de nossa fé (Epistola do Apóstolo Paulo aos Hebreus 12.2) e o Alfa e o Ômega (Apocalipse 1.8). É certo quese Ele começou uma excelente obra em nós, irá terminá-la.

Por tudo isto, permaneça firme. Aproxime-se doSenhor, continue em frente e você verá que vale à pena perseverar.


Deão Sérgio Andrade
Catedral Anglicana da Santíssima Trindade - Recife - PE