Congregação da Igreja Batista do Calvário de Sobradinho - Em Planaltina GO

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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

QUANTO CUSTA? – Romanos 6.23




Prezados irmãos e leitores,

No sistema capitalista (na minha ótica o melhor, embora falho) o preço que pagamos pela sobrevivência é bem alto. Nos outros sistemas, porém, isso é muito mais sentido, porque não há liberdade individual e as pessoas são recrutadas para negar a verdade e afirmar que um modo de vida independente de Deus traz felicidade. Na Vida Espiritual também tudo tem um preço. Só que o valor maior, foi pago há quase 2.000 anos, na cruz do Calvário,pelo senhor Jesus, que padeceu ali em nosso lugar, para remissão de nossos pecados. O que temos que fazer é somente crer nEle e recebê-lO como nosso Senhor e Salvador pessoal e o reino dos Céus nos é garantido.

O preço, porém, que o pecado cobra, é exorbitante e satanás não tem pena de ninguém. Vejamos um exemplo bíblico que teve um final feliz, mas um preço alto teve que ser pago, a duras penas, conforme conhecemos a história de Jonas, o profeta fujão.

Deus chamou Jonas para ir pregar em Nínive, uma cidade conhecida por sua maldade e perversidade. Não apenas isso: Nínive era também inimiga dos israelitas. Assim, quando Deus disse a Jonas, um israelita, “Vá depressa à grande cidade de Nínive e pregue contra ela, porque a sua maldade subiu até a minha presença” (Jn 1.2), Jonas não quis ir. Ele sabia que se as pessoas de Nínive não se arrependessem, seriam julgadas. Ele pensou: sei que o Senhor tem a tendência de perdoar as pessoas. Definitivamente não quero que Ele as perdoe. Não quero que Ele lhes dê outra chance.

Mas Deus disse a Jonas para se levantar e ir. E foi o que ele fez. Mas ele tomou outro caminho. Em vez de para Nínive, Jonas optou por ir muito mais longe, em direção oposta. Foi para Társis. A Bíblia nos diz que Jonas fugiu da presença do Senhor (Jn 1.3). Por fim Jonas pagou o preço de ter desobedecido a Deus, quando acabou por ficar 3 dias e 3 noites atemorizado, dentro do estômago de um enorme peixe, para então ser resgatado por Deus (capítulos 1 e 2).

Disso devemos estar cientes. O pecado vai nos custar muito. O pecado é muito caro. Às vezes, empresas prometem produtos e serviços que podemos pagar depois. Nós amamos isso, porque parece que estamos recebendo algo de graça. Mas o preço final virá com juros. Muitos crentes estão comprometidos com esse sistema. O diabo diz: “Vá adiante! Você não precisa pagar”. Mas o pecado sempre nos custa um preço. Jonas pagou o preço. O pecado de Adão lhe custou o paraíso. O pecado de Davi custou-lhe sua família e reputação. O pecado de Sansão, finalmente, lhe custou a vida. O pecado de Judas Iscariotes, custou o remorso que o levou finalmente ao suicídio.O que o seu pecado está lhe custando?

Muitos crentes da pós-modernidade estão pagando um preço altíssimo por sua desobediência. Nunca se viu tantos males da mente como nos dias atuais. As casas de saúde mental estão abarrotadas e não é fácil alguém conseguir uma vaga. Por que? Certamente é pela consequência do pecado. O pecado afeta todo o corpo e tudo faz para que o pecador seja levado à morte, cumprindo o intento de Satanás que veio para isso (Jo 10.10). Em contra partida, Jesus veio para trazer vida abundante, porque Ele é Vida, além de ser também o Caminho e a Verdade (Jo 14.6).

Reconheço que o assunto de hoje vai mexer muito com você, se estiver enquadrado(a) nele. Meu conselho é que você faça um propósito firme de abandonar aquilo que tem lhe custado um preço muito alto e tome a posição de buscar, com mais fervor, a pessoa de nosso Senhor Jesus para sua vida. Ele é a solução de tudo. Meu desejo sincero é que você seja totalmente livre para adorar o Senhor e servi-lO com alegria. Forte abraço: Clóvis.

sábado, 22 de setembro de 2012

A Lei de Deus



Por Solano Portela
O que é a Lei de Deus? 
Deus proferiu e revelou diversas determinações e deveres para o homem, em diferentes épocas na história da humanidade. Sua vontade para o homem constitui a sua Lei e ela representa o que é de melhor para os seus. Quando estudamos a Lei de Deus, mais detalhadamente, devemos, entretanto, discernir os diversos aspectos, apresentados na Bíblia, desta lei.  Muitos mal-entendidos e doutrinas erradas podem ser evitadas, se possuirmos a visão bíblica do assunto. 
Nossa convicção é a de que podemos dividir a Lei de Deus em três áreas: 
Os três aspectos da Lei de Deus.
1.  A Lei Civil ou Judicial representa a legislação dada à sociedade ou ao estado de Israel, por ex.: os crimes contra a propriedade e suas respectivas punições.
2.  A Lei Religiosa ou Cerimonial esta representa a legislação levítica do Velho Testamento, por ex.: os sacrifícios e todo aquele simbolismo cerimonial.
3.  A Lei Moral representa a vontade de Deus para com o homem, no que diz respeito ao seu comportamento e seus deveres principais.

É toda a Lei aplicável aos nossos dias? 
Quanto à aplicação da Lei, devemos exercitar a seguinte compreensão:
1.  A Lei Civil:  Tinha a finalidade de regular a sociedade civil do estado teocrático de Israel.  Como tal, não é aplicável normativamente em nossa sociedade.  
 2.  A Lei Religiosa:  Tinha a finalidade de impressionar aos homens a santidade de Deus e apontar para o Messias, Cristo,  fora do qual não há esperança.  Como tal, foi cumprida com Sua vinda
3.  A Lei Moral:  Tem a finalidade de deixar bem claro ao homem os seus deveres, revelando suas carências e auxiliando-o a discernir o bem do mal.  Como tal, é aplicável em todas as épocas e ocasiões.  

Estamos Sob a Lei ou Sob a Graça de Deus? Muitas interpretações erradas podem surgir de um falho entendimento das declarações bíblicas de que “não estamos sob a lei mas sob a graça” (Romanos 6:14).  Se considerarmos que os três aspectos apresentados da lei de Deus são distinções bíblicas, podemos afirmar:
• Não estamos sob a Lei Civil de Israel, mas sob o período da Graça de Deus, em que o evangelho atinge todos os povos, raças tribos e nações.
• Não estamos sob a Lei Religiosa de Israel, que apontava para o Messias, foi cumprida em Cristo, e não nos prende sob nenhuma de suas ordenanças cerimoniais, uma vez que estamos sob a graça do evangelho de Cristo, com acesso direto ao trono, pelo seu Santo Espírito, sem a intermediação dos sacerdotes.
• Não estamos sob a condenação da Lei Moral de Deus, se fomos resgatados pelo seu sangue, mas nos achamos cobertos por sua graça.
• Não estamos, portanto, sob a lei, mas sob a graça de Deus, nestes sentidos.

ENTRETANTO...
• Estamos sob a Lei Moral de Deus, no sentido de que ela continua representando a soma de nossos deveres e obrigações para com Deus e para com o nosso semelhante.
• Estamos sob a Lei Moral de Deus, no sentido de que ela, resumida nos Dez Mandamentos, representa a trilha traçada por Deus no processo de  santificação, efetivado pelo Espírito Santo em nossas pessoas (João 14:15). Nos dois últimos aspectos, a própria Lei Moral de Deus é uma expressão de sua Graça, representando a objetiva e proposicional revelação de Sua vontade.
Por Solano Portela

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

UMA FUNDAÇÃO SEGURA – Eclesiastes 11.8-10


Prezados irmãos e leitores,
Vivemos em um mundo e em uma época de desafios vários. Há tantos desafios enfrentados pela juventude de hoje, que tornam a vida dos jovens da igreja vulneráveis a tais desafios. É difícil ver os amigos bebendo, fumando, usando drogas, fazendo sexo e manter-se íntegro. Eles tendem a pensar que são indestrutíveis, com uma vida longa pela frente. Enganam-se redondamente. No versículo 8 o pregador diz: “Ainda que o homem viva muitos anos, regozije-se em todos eles; contudo, deve lembrar-se de que há dias de trevas, porque serão muitos. Tudo quanto sucede é vaidade”. No versículo 10 está a exortação sábia: “Afasta, pois do teu coração o desgosto e remove da tua carne a dor, porque a juventude e a primavera da vida são vaidade”.
Em muitos aspectos, a minha geração enfrentou os mesmos desafios. Quando olho para os meus amigos do colégio, vejo a direção que seus estilos de vida tomaram. Vejo alcoolismo, vício em drogas, casamentos desfeitos e filhos afastados. E entre aqueles que eu sei que escolheram este estilo de vida, que também tantos jovens hoje escolhem, nenhum é feliz. Mas quando você é jovem, não pensa nas consequências futuras. Não pensa nas coisas que virão.
Ouça as palavras de Salomão, especificamente dirigidas aos jovens: “Alegra-te jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade; Anda pelos caminhos que satisfazem ao teu coração e agradam os teus olhos; saiba porém, que de todas estas coisas, Deus te pedirá contas” (v.9). Soa quase como se Salomão estivesse dizendo: “Vá em frente. Faça o que quiser”. Mas então acrescentou: “mas saiba que por todas estas coisas Deus o trará a julgamento”. Salomão então deu o seguinte conselho sábio: “Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos nos quais dirá: ‘não tenho neles prazer” (Ec 12.1). Em outras palavras, Salomão, o sábio Pregador disse: “Acerte-se com Deus agora. Comece a desenvolver padrões e hábitos corretos diante de Deus em sua vida”. Siga os vários exemplos bíblicos, como: José, Daniel e seus companheiros, Timóteo e outros.
Se você é jovem ou tem coração jovem, esses padrões e hábitos serão a base de construção de sua vida para os próximos anos. Construa, pois, sua vida com fundamentos seguros, extraídos da Palavra de Deus. Nela você encontrará refúgio para todas as horas e orientação suficiente para vencer todas as dificuldades cotidianas. Não deixe de orar, ler a Palavra e nela meditar. Assim fazendo, você será vitorioso(a).
Com votos de completa alegria e vitória em Cristo, Clóvis.